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O cálculo prevê condições ideais. Fatores como porosidade, demãos e ferramentas podem alterar o rendimento final.

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Tira Dúvidas

TIRA DÚVIDAS IMPERLAST - PRINCIPAIS DÚVIDAS SOBRE IMPERMEABILIZAÇÃO

 

  1. TRATAMENTO PRÉVIO DO SUBSTRATO

 

  1. Como deve estar o substrato para a aplicação?

(1) É ideal que ele esteja regularizado, livre de protuberâncias ou cavidades para não rasgar a impermeabilização; (2) deve estar limpo, livre de desmoldantes, impregnantes, gordura e/ou mofo para evitar o desplacamento; (3) deve estar com a camada cimentícia (reboco/contrapiso/concreto) firme e curado, a fim de evitar reação química e desplacamento da membrana; (4) cerâmicas e telhas devem estar devidamente afixadas/assentadas; (5) inclinação mínima de 2% para escoamento da água.

Nota: A nossa base de preparação para impermeabilização é universal e rigorosamente alinhada às normas técnicas brasileiras. Sua compatibilidade é garantida para qualquer tecnologia e fabricante do mercado. Caso encontre produtos que não sigam esses padrões, certifique-se da sua procedência e qualidade.

 

  1. O que acontece se minha laje não tiver inclinação mínima para escoamento da água?

Neste caso a impermeabilização deverá ser totalmente estruturada com véu de poliéster, a fim de aumentar a segurança e evitar que o impermeabilizante se enfraqueça através da absorção da água. Todos os impermeabilizantes, independente da tecnologia, absorvem água, o que o torna mais maleável e suscetível ao rasgo. Nestes casos, evite a tecnologia manta líquida, independente de Fabricantes!

Nota: A nossa base de preparação para impermeabilização é universal e rigorosamente alinhada às normas técnicas brasileiras. Sua compatibilidade é garantida para qualquer tecnologia e fabricante do mercado. Caso encontre produtos que não sigam esses padrões, certifique-se da sua procedência e qualidade.

 

  1. Como devo proceder com trincas e fissuras? Posso aplicar o impermeabilizante sobre elas?

Fissuras de até 1mm podem receber o impermeabilizante diretamente, desde que estruturadas com o Véu de Poliéster em aplicações horizontais. Para trincas maiores, é necessário realizar a abertura, limpeza e recuperação com material adequado antes da impermeabilização, como graute, argamassa ACIII. Consulte o profissional adequado. Já em aplicações verticais, fissuras ou pós-tratamento da trinca, utilize o tratamento com Tela de Poliéster para um melhor acabamento, e evitar o retorno das mesmas.

Nota: A nossa base de preparação para impermeabilização é universal e rigorosamente alinhada às normas técnicas brasileiras. Sua compatibilidade é garantida para qualquer tecnologia e fabricante do mercado. Caso encontre produtos que não sigam esses padrões, certifique-se da sua procedência e qualidade.

 

  1. Como devo preparar o piso/laje se ele for muito liso ou brilhante?

Superfícies polidas, como concreto polido ou cimento queimado, ou com pinturas de base de solvente, possuem baixa porosidade. Nesses casos, recomendamos o lixamento mecânico (lixa grão 16 a 40) para eliminar o brilho e criar a aspereza necessária para permitir a fixação do produto.

Nota: A nossa base de preparação para impermeabilização é universal e rigorosamente alinhada às normas técnicas brasileiras. Sua compatibilidade é garantida para qualquer tecnologia e fabricante do mercado. Caso encontre produtos que não sigam esses padrões, certifique-se da sua procedência e qualidade.

 

  1. Como proceder com substratos aditivados com hidrofugante / hidrorrepelente?

Promova o lixamento com lixa de grão entre nº16 a 80, para a criação de ranhuras, de forma a garantir as condições adequadas de aderência da membrana. Lixe concretos aditivados, argamassas com aditivos impermeabilizantes, substratos tratados com silicones, ceras, resinas ou contaminados por óleos e graxas. 

Nota: A nossa base de preparação para impermeabilização é universal e rigorosamente alinhada às normas técnicas brasileiras. Sua compatibilidade é garantida para qualquer tecnologia e fabricante do mercado. Caso encontre produtos que não sigam esses padrões, certifique-se da sua procedência e qualidade.

 

  1. Posso aplicar as membranas sobre uma manta asfáltica ou piche?

Não. É necessário remover totalmente resíduos de natureza asfáltica (piche, emulsão ou mantas), pois eles comprometem a aderência da nova membrana, independente da tecnologia do impermeabilizante. A aplicação deve ser feita preferencialmente sobre a superfície original limpa e tratada.

Nota: A nossa base de preparação para impermeabilização é universal e rigorosamente alinhada às normas técnicas brasileiras. Sua compatibilidade é garantida para qualquer tecnologia e fabricante do mercado. Caso encontre produtos que não sigam esses padrões, certifique-se da sua procedência e qualidade.

 

  1. Como identificar se os produtos utilizados estão curados para a aplicação do impermeabilizante?

O ideal é respeitar o tempo de cura do fabricante do produto utilizado. Em vias gerais, as curas costumam obedecer aos seguintes prazos: 

Reboco e Contrapiso¹

28 dias

Concreto¹

45 dias

Argamassas

7 dias

Argamassa de chapisco

3 dias

Rejunte acrílico

3 dias

Massa Corrida ou Acrílica

48h

Seladores Acrílicos

5 horas

Convertedor de Ferrugem, Fosfatizante e Zarcão

24 horas

Nota¹: O uso de seladores em cimentícios, permite reduzir o tempo de cura de reboco e concreto para 21 dias.

Nota: A nossa base de preparação para impermeabilização é universal e rigorosamente alinhada às normas técnicas brasileiras. Sua compatibilidade é garantida para qualquer tecnologia e fabricante do mercado. Caso encontre produtos que não sigam esses padrões, certifique-se da sua procedência e qualidade.

 

  1. Posso aplicar as membranas sobre área enferrujada?

Não! Trate os pontos de oxidação com o Convertedor de Ferrugem adequado (TF7 ou similar), previamente a aplicação dos impermeabilizantes ou da tinta. Evite contaminação da membrana!

Nota: A nossa base de preparação para impermeabilização é universal e rigorosamente alinhada às normas técnicas brasileiras. Sua compatibilidade é garantida para qualquer tecnologia e fabricante do mercado. Caso encontre produtos que não sigam esses padrões, certifique-se da sua procedência e qualidade.

 

  1. O que fazer se o meu reboco ou concreto estiver poroso, fraco ou esfarelando?

Substratos porosos absorverão muito o produto, aumentando o consumo e encarecendo a aplicação.  Faça uma pré-selagem com um selador acrílico – utilize o Fundo Cristalizante da Imperlast. Caso esteja muito fraco, é necessário refazê-lo!

Nota: A nossa base de preparação para impermeabilização é universal e rigorosamente alinhada às normas técnicas brasileiras. Sua compatibilidade é garantida para qualquer tecnologia e fabricante do mercado. Caso encontre produtos que não sigam esses padrões, certifique-se da sua procedência e qualidade.

 

  1. O que fazer se o meu reboco estiver esfarelando?

Esta condição prejudicará a eficiência da aplicação, ocasionando desplacamento, e prejudicando o acabamento. Aplique selador acrílico, que possui, dentre as suas função, a capacidade de aglutinar e fortalecer a camada do reboco – utilize o Fundo Cristalizante da Imperlast. Caso esteja muito fraco, é necessário refazê-lo!

Nota: A nossa base de preparação para impermeabilização é universal e rigorosamente alinhada às normas técnicas brasileiras. Sua compatibilidade é garantida para qualquer tecnologia e fabricante do mercado. Caso encontre produtos que não sigam esses padrões, certifique-se da sua procedência e qualidade.

 

  1. LIMPEZA DO SUBSTRATO

 

  1. Como devo realizar a limpeza da área?

Realize a limpeza com água e hipoclorito de sódio (10% ou 12% de sódio), em proporção de 1:2 em água limpa, para eliminar resquícios de oleosidade invisível, fungos, mofos, lodo etc. Aplique sobre toda superfície e deixe agir por 15 a 30 minutos. Enxague utilizando água e sabão neutro, para remover os resquícios de sódio deixado pelo hipoclorito. Esse processo pode ser repetido duas ou mais vezes, até que toda a contaminação seja removida. Não deixe resquício do hipoclorito, pois o sal pode prejudicar a aderência da tinta ou do impermeabilizante.

 

  1. O que acontece se eu não fizer a limpeza da área com hipoclorito?

Sem essa etapa, há um alto risco de delaminação (o produto descolar da superfície) ou surgimento de manchas de bolor sob a membrana.

 

  1. Quanto tempo de secagem devo aguardar após a lavagem?

O tempo de secagem é relativo e influenciado pela incidência solar, circulação do ar, umidade do tempo e do substrato. Em vias gerais, aguarde 2h a 5h em superfícies metálicas; de 2 a 3 dias em superfícies cimentícias ou cerâmica ao ar livre; e de 5 a 8 dias em espaço semiconfinados ou confinados.

 

  1. Como saber se o substrato está seco?

Faça o teste prático! Recorte um plástico transparente nas medidas de 40cm x 40cm, coloque-o sobre a superfície a se avaliar, e prenda as extremidades com tijolo. Aguarde 2 a 3 horas e, caso forme gotículas no plástico, é porque o substrato está úmido, ainda em processo de evaporação da água. Existe equipamentos para medir a umidade para concreto, facilmente encontrado em Marketplaces.

 

  1. APLICAÇÃO DO REFORÇO ESTRUTURAL COM VÉU OU TELA DE POLIÉSTER

 

  1. Qual é a função do Véu ou da Tela de poliéster na impermeabilização?

A função destes produtos é atuar como armadura da impermeabilização, estruturando a membrana impermeabilizante, a fim de promover um reforço estrutural maior, evitando eventual o rompimento da aplicação.

 

  1. Quando escolher Véu de Poliéster ou Tela de Poliéster?

O véu de poliéster possui diversas vantagens frente à Tela de Poliéster, possuindo a força de resistência à ruptura 5x maior do que a tela, e o alongamento para acompanhar a movimentação mecânica é 3x superior à tela.

 

  1. Onde utilizar o Véu de Poliéster?

O véu pode ser utilizado em todos os pontos críticos, pois são os mais sujeitos as infiltrações. São considerados pontos críticos as áreas sujeitas a movimentação estrutural, áreas sem juntas de dilatação, encontro de blocos (quinas) e chapas, rodapés, ralos e demais orifícios, parafusos, e áreas fissuradas ou trincadas. Neste sentido, a utilização do véu pode ser parcial ou total (em toda a superfície).

 

  1. Como identificar se devo realizar a estruturação parcial ou total da impermeabilização?

- Estruturação parcial (obrigatória): Quinas; fissuras e trincas (mesmo as recuperadas), ralos, spots de luz, juntas de dilatação, pontos de fixação (parafusos, chumbadores etc.), encontro e emendas entre chapas e estrutura; encontro de telhas e rufos. Utilize o véu com largura de 15 ou 20cm.

- Estruturação total (obrigatória): em toda superfície de lajes novas, com concreto ou contrapiso recentemente executado (menos de 12 meses), pois estão sujeitos a alta movimentação mecânica; Lajes e pisos sem juntas de dilatação e/ou em áreas maiores que 25m²; Áreas com tráfego de pessoas; Utilize o véu com largura de 75cm ou 1,50m.

- Estruturação total (opcional): Áreas que receberão contrapiso, proteção mecânica, revestimentos em áreas externas ou jardineiras; Lajes e pisos com mais de 12 meses de execução; reservatórios de água. Utilize o véu com largura de 75cm ou 1,50m.

 

  1. Como é a aplicação do Véu de Poliéster?

A aplicação da membrana impermeabilizante, em conjunto com o véu estruturante, é laminada, sendo constituída por impermeabilizante (camada de ancoragem) + Véu de Poliéster + impermeabilizante (camada de recobrimento). Essa etapa é considerada a primeira demão nas aplicações com estruturação total.

(1) Aplique a primeira demão do impermeabilizante sobre a superfície, em quantidade suficiente para o completo cobrimento da superfície (camada de ancoragem). (2) Em seguida, posicione o Véu de Poliéster imediatamente sobre a camada de ancoragem ainda fresca, assegurando que o estruturante fique totalmente esticado, sem rugas, dobras ou bolhas de ar. (3) Finalize com a segunda demão do impermeabilizante imediatamente após a colocação do véu, com a primeira demão ainda úmida, garantindo que o véu seja totalmente embebido e impregnado pelo produto. Esta é a camada de recobrimento.

Importante: execute trecho de 50cm em 50cm por vez, para evitar que a primeira demão do impermeabilizante seque, e não comprometer a eficiência da impermeabilização. O véu não pode ficar aparecendo após esta etapa, e deve estar totalmente recoberto pelo impermeabilizante.

  1. Qual deve ser a sobreposição do Véu de Poliéster?

A sobreposição mínima do véu é de 5cm.

 

  1. O que acontece se o véu não ficar bem aplicado e ancorado ao substrato?

Poderá ocorrer o desplacamento e soltar em função da má ancoragem ao substrato. No caso de quantidade de impermeabilizante seja inferior ao recomendado, ele ficará mais suscetível a entrada de água e formará bolhas na aplicação, assim como manchas escuras, devido a proliferação de fungos. Caso alguma destas condições ocorra, deverá ser refeita toda aplicação.

 

  1. APLICAÇÃO DA IMPERMEABILIZAÇÃO OU PINTURA

Esta etapa é válida para impermeabilizantes base d'água, como Borracha Líquida, Manta Líquida, Emulsão Asfáltica.

Disponibilizamos no nosso canal no Youtube, uma playlist com vídeos curtos sobre a aplicação: Vídeos de Aplicação de Impermeabilização com Borracha Líquida e outras tecnologias - YouTube

  1. Quais ferramentas devo utilizar para realizar a pintura ou a impermeabilização?

Utilize pincel para os cantos, rolo de lã baixa para as demais áreas. Pode ser utilizada máquina airless, com a pressão de 1800psi e bicos entre 17 e 23. Consulte o Boletim Técnico do produto para maiores informações. Jamais utilize broxa, vassoura ou rodo!

 

  1. Posso aplicar o impermeabilizante com o tempo úmido?

Não - a umidade do substrato deve ser inferior a 15%, independentemente se a tecnologia do produto seja Borracha Líquida ou Manta Líquida. Impermeabilizantes base d’água não permite aplicação em substratos úmidos, pois aumenta o tempo da cura e a secagem em tempos diferentes das matérias primas, modificando a estrutura química do produtos e impactando a sua performance.

 

  1. O que acontece se eu aplicar os produtos em superfície acima de 40ºC?

A elevada temperatura do substrato, acima de 40ºC, acelera de forma abrupta a formação do filme, gerando fissuras (“pé de galinha”) e eventual craquelamento da membrana, devido ao “cozimento” das resinas existentes na composição do produto.

 

  1. Em quais superfícies posso aplicar os produtos Imperlast?

Nossos produtos são ideais para superfícies cimentícias (reboco, concreto, contrapiso), cerâmicas (após tratamento), telhas (metálicas, fibrocimento, cerâmica) e metais. Nota importante: Não recomendamos a aplicação sobre fibra de vidro ou polipropileno devido à baixa aderência nesses materiais.

 

  1. Quantas demãos são necessárias na aplicação?

Consulte o manual ou a tabela técnica da página do produto escolhido. O ideal não são as demãos, pois essas variam de pessoa para pessoa. Atente-se a quantidade de produtos por metro quadrado, pois assim a membrana alcançará a espessura necessária para o correto funcionamento e segurança da aplicação.

 

  1. Qual é o tempo entre demãos para impermeabilizantes e tintas?

Consulte o Boletim Técnico do produto!

 

  1. Como aplico a impermeabilização?

Com a superfície tratada, limpa, seca, realize o reforço estrutural com véu de poliéster nos pontos obrigatórios e críticos. Após esta etapa, aplique o consumo mínimo recomendado ou superior desejado, até que finalizar e aguarde a cura. Para detalhamento desta etapa, consulte o Manual do Produto escolhido! Consulte os tópicos do Tira dúvida: Preparação, Limpeza, Aplicação do Véu, Cura para demais dúvidas. As demãos dos produtos da Imperlast não necessitam o cruzamento, exceto para a Manta Líquida Emborrachada.

 

  1. Em qual altura devo impermeabilizar o rodapé?

A altura mínima é de 15cm, sendo que o véu de poliéster deve ocupar, no mínimo, 7,5cm na parede, e outros 7,5cm no piso.

 

  1. Em quanto tempo posso andar sobre a impermeabilização?

Em vias gerais, a membrana impermeabilizante permite trânsito eventual após 8 horas. A resistência total é alcançada somente após a cura, quando é liberado o acesso normal, caso a tecnologia impermeabilizante escolhida suporte tal condição.

 

  1. O impermeabilizante pode ficar exposto, ou devo protegê-lo com pintura?

Os impermeabilizantes da Imperlast, exceto em estacionamentos, podem ficar expostos. Contudo, a aplicação de tinta sobre as membranas é altamente recomendável, pois elas passam a atuar como “camada de desgaste”, protegendo a camada impermeabilizante do atrito e exposição aos raios solares, assim como atuam facilitando a limpeza, uma vez que impermeabilizantes são mais rugosos e grudam sujeira com o tempo. A camada de desgaste, por ser mais barata, reduz os custos de manutenção do sistema ao longo dos anos, e espaçam a necessidade de manutenção de meia vida.

 

  1. Como é a manutenção do produtos?

Consulte o Termo de Garantia para identificar o prazo para manutenções de meia vida de cada produto. Esta manutenção visa alcançar o tempo de vida útil informado pelo fabricante, e à não execução desta manutenção, resultará na perda da garantia do produto. É imprescindível a leitura do manual para a reaplicação, principalmente quanto a limpeza, a fim de evitar desplacamento e má aderência da nova camada.

 

  1. Os impermeabilizantes da Imperlast aceitam o assentamento de piso diretamente sobre as membranas?

Depende do produto! Consulte o Boletim Técnico. Caso a membrana não aceite, é possível realizar uma “Ponte de Aderência”, misturando o Fundo Cristalizante da Imperlast com Cimento CPIII, na proporção 1:1.

 

  1. CURA DA APLICAÇÃO

 

  1. O que é a cura?

A cura é o processo em que a membrana elimina vapores, se estabiliza quimicamente e adquire resistência, alcançando sua eficiência máxima ao final do período indicado. Fatores como a incidência solar, ventilação ou umidade do ar afetam o tempo de cura. Em locais com baixa ventilação, como subsolos e espaço confinados, é recomendada a indução da ventilação forçada, com o uso de ventiladores. Jamais prejudique o processo de eliminação de vapores e cubra a impermeabilização. Gotículas d’água se condensarão na cobertura e cairão novamente sobre a membrana, prejudicando a cura.

 

  1. Quanto tempo devo aguardar de cura?

Em ambientes abertos ocorre de 3 a 5 dias, enquanto nos ambientes fechados pode ultrapassar de 8 dias, a depender dos fatores como incidência solar, ventilação e umidade do ar.

 

  1. O que devo fazer se chover durante a cura ou entre demãos?

Nestes casos, assim que parar de chover, deverá ser realizada uma inspeção visual na membrana, esgotar a água que estiver empoçada, e analisar a característica físicas da membrana. Deverá ser avaliada a alteração da cor, a formação bolha ou microfissuras (“pé de galinha”), ou qualquer alteração visual.

Caso seja identifica qualquer alteração, remova a área afetada com um auxílio de estilete, e refaça a aplicação naquele ponto.

Caso não tenha ocorrido qualquer alteração, e a aplicação já tenha se finalizado, prossiga com a contagem do tempo de cura.

Caso não tenha ocorrido qualquer alteração, mas ainda necessite concluir a aplicação com as demais demãos, realize a limpeza com pano úmido novo, elimine eventuais resquícios oleosos, e prossiga a aplicação. Neste caso, é recomendada a aplicação em uma área menor, a fim de avaliar a adesão entre as camadas. Entre em contato com o departamento técnico da Imperlast em caso de dúvidas.

Importante: É natural o impermeabilizante alterar a cor no contato com a água, aguarde a secagem e, e caso a alteração permaneça, refaça neste ponto.

 

  1. PERGUNTAS GERAIS

 

  1. Qual a diferença entre Borracha Líquida e Manta Líquida?

A Manta Líquida sofre um processo de degradação mais rápido sob o sol forte, pois possui uma resistência menor aos raios UV e intempéries, enquanto a Borracha Líquida é mais resistente. Com os anos, ela pode "ressecar". Já a Borracha Líquida possui flexibilidade maior, vida útil mais elevada e uma capacidade de resistência 3x maior do que a Manta Líquida. A manta líquida é considerada um produto standard (padrão), enquanto a Borracha Líquida é mais premium, mais segura e mais confiável.

 

  1. Qual a diferença entre Borracha Líquida e Manta Asfáltica?

A borracha líquida (como a Imperlast) forma uma membrana monolítica (sem emendas), é aplicada a frio e permite manutenções pontuais simples, ao contrário da manta asfáltica que exige maçarico e proteção mecânica (contrapiso cimentício) por cima. A Manta Asfáltica não pode ficar exposta ao sol, enquanto a Borracha Líquida possui uma resistência maior aos raios UVA e UVB. A facilidade na aplicação é outro ponto a favor da Borracha Líquida, devido ao método de aplicação similar ao da pintura.

O custo de manutenção futura da Manta Asfáltica é muito maior, pois, ao contrário da borracha líquida, não permite manutenções pontuais, demandando todo refazimento da impermeabilização em caso de vazamento.

 

  1. Qual é a garantia dos produtos?

Consulte o Certificado de Garantia na página do produto escolhido.

 

  1. Qual é a função da elasticidade na segurança da impermeabilização?

Este é um grande mito no mercado brasileiro - O Mito da Elasticidade em Membranas Aderidas. É comum acreditar que um impermeabilizante "elástico" protegerá a estrutura contra qualquer movimentação ou trinca futura. No entanto, na prática da engenharia de impermeabilização, a elasticidade isolada não garante a segurança do sistema se a membrana estiver totalmente aderida ao substrato.

 

Por que a elasticidade "falha" em áreas coladas? Quando aplicamos um produto diretamente sobre o concreto, ocorre uma aderência milimétrica. Se o concreto apresentar uma fissura de 1 mm sob essa membrana, o produto não terá "espaço" para esticar. Isso é explicado por fatores como: (1) Concentração de Tensão, onde toda a força da movimentação estrutural é concentrada exatamente na linha da fissura; e (2) A Regra da Proporção, na qual para um material alongar 100%, ele precisa de uma base inicial. Se a base de movimento é um ponto microscópico (onde a trinca surgiu), a força exercida por milímetro quadrado supera a resistência de ruptura do material instantaneamente. O Resultado: O impermeabilizante rasga acompanhando a trinca, independentemente de quão "elástico" ele seja quando não aderido.

 

Como garantir a segurança real? Para que a elasticidade do produto realmente funcione, precisamos criar uma Zona de Deformação. Isso é feito através de (1) Reforço Estrutural: Uso do véu de poliéster para distribuir a força; e (2) Delamitação Proposital: Em juntas de dilatação, utiliza-se uma fita ou "fundo de junta" para evitar que o produto cole naquele ponto específico, permitindo que ele tenha área livre para alongar.

 

  1. Como funciona a redução térmica em produtos com essa finalidade?

A redução térmica ocorre por refletância dos raios solares e, quanto mais “puro” é o branco, maior será a refletância. Como estratégia para prolongar o aspecto branco, foi adicionada a hidrorrepelência, que permite uma autolavagem. Contudo essa característica tem duração de até dois anos, necessitando de manutenções recorrentes de uma ou duas demãos extras. A eficiência energética, dependerá de fatores como incidência solar, alcançando sua eficiência máxima ao meio-dia.

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